quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
lustro do dia: small wonderland
(o pedacinho de beleza Small Wonderland, resulta de uma exposição realizada em Londres, há uns anos atrás, por Keitaro Sugihara, designer e ilustrador japonês premiado na Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha em 2009. contrario assim a chegada do inverno e festejo o sol deste dia.)
domingo, 18 de dezembro de 2011
o natal nos casais brancos
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(o caminho é por aqui ) |
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
a olhar o céu

a história de 10 pequenas gotas de chuva, desde a nuvem ao sapato da Viola, às barcas dos pés do Frederico, ao enxoval da Jasmim...uma história delicada, com texto e imagens (papel, cerâmica...) de Eva Montanari, para suavizar um dia como o de hoje.
Quantas pingas na cidade!
Eva Montanari
OQO editora
Eva Montanari
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
um corropio!
Para começar, a partir de hoje e até ao dia 3 de Janeiro, podem ser vistas na Fabrica Feature, em Lisboa, as ilustrações de Greve, o imperdível livro de estreia da ilustradora e designer Catarina Sobral, história do dia em que os pontos fizeram greve: o verde, o de encontro, o de fuga, o da situação...
Greve, Catarina Sobral, Orfeu Mini
Na 6ª feira, também pelo Chiado, os 11 anos da Planeta Tangerina e os 4 novos títulos da editora ("Como é que uma galinha...", "Grande coisa", "Todos fazemos tudo" e "Para onde vamos quando desaparecemos?",
são motivo de Festa, às 18h30, na Faculdade de Belas Artes.
Na semana que vem, no dia 13 de Dezembro, abre portas a 4 A Fábrica. Neste novo espaço dedicado à ilustração (junto ao Jardim da Estrela, na rua João Anastácio Rosa 4A), inaugura-se a exposição das 40 ilustrações, com que 40 ilustradores portugueses ilustraram as letras de 40 canções do Sérgio Godinho reunidas neste livro, recentemente publicado pela editora Abysmo, do João Paulo Cotrim.
"Ilustrada a música destas quarenta maneiras, percebo agora melhor o que dizem as palavras e os sons" Sérgio Godinho
Entretanto, não vejo a hora de deslizar os olhos pelo novo livro que a Bruaá lança na próximo dia 9, e que há-de ser a minha melhor prenda de natal. O URSO E O GATO SELVAGEM
Kazumi Yumoto e Komako Sakai
terça-feira, 29 de novembro de 2011
shall we dance?
"No one knows why they do it. Yet each fall, thousands of starlings dance in the twilight above Gretna, Scotland. The birds gather in magical shape-shifting flocks called murmurations, having migrated in the millions from Russia and Scandinavia to escape winter’s bite. Scientists aren’t sure how they do it, either. Even complex algorithmic models haven’t yet explained the starlings’ acrobatics, which rely on the tiny bird’s quicksilver reaction time of under 100 milliseconds to avoid aerial collisions—and predators—in the giant flock. Despite their show of force in the dusky sky, starlings have declined significantly in the UK in recent years, perhaps because of a drop in nesting sites. The birds still roost in several of Britain’s rural pastures, however, settling down to sleep (and chatter) after the evening’s ballet."
(obrigada ao Pedro e à Cristina pelo vídeo)
domingo, 27 de novembro de 2011
entre linhas
“Pegamos na cultura tradicional portuguesa e adaptamo-la à vida urbana”, sublinha Costah, contra o “stencil em telas” e cansado da “pose” da “street art”. “O que fazemos é folclórico, é artesanato puro e duro”, reforça Moreira.
... pregos, novelos de lã, rolhas de pipo, martelo, grosa, canivete, giz e escadote. who could ask for anything more?
(alguns vídeos das instalações aqui)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
o mundo no chão
Depois de Coimbra e do Porto, chega a vez de Lisboa conhecer melhor o livro "O mundo no chão" de Nuno Casimiro e João Vaz de Carvalho, editado pela Bags of Books. É em Lisboa, amanhã (sábado) às 11h, na livraria Pó dos Livros e contará com a presença dos autores e do editor, Francisco Vaz da Silva. A apresentação está a cargo de Andreia Brites.
História delicada de Nuno Casimiro, a que as ilustrações de João Vaz de Carvalho acrescentam graça e pormenor (excelente parceria!), O mundo no chão, é um livro que nos afaga a memória de um tempo de infância dourado, de receios e suposições vividos em quintais e casas velhas, quando os dias eram gordos e devolve-nos aos adros e largos de aldeias que já não conhecemos mas com que continuamos a sonhar.
(e de lençóis como os do Sr. Antunes, tanto que eu ouvi a minha avó contar!)
domingo, 20 de novembro de 2011
os miúdos
da escola e os de casa são os guardiões dos meus dias, garantem-me o equilíbrio neste quotidiano delirante em que os mais crescidos se perdem. tomamos conta uns dos outros, procuramos manhãs claras.
Abelardo Morell
Where the Sidewalk Ends
There is a place where the sidewalk ends
And before the street begins,
And there the grass grows soft and white,
And there the sun burns crimson bright,
And there the moon-bird rests from his flight
To cool in the peppermint wind.
Let us leave this place where the smoke blows black
And the dark street winds and bends.
Past the pits where the asphalt flowers grow
We shall walk with a walk that is measured and slow,
And watch where the chalk-white arrows go
To the place where the sidewalk ends.
Yes we'll walk with a walk that is measured and slow,
And we'll go where the chalk-white arrows go,
For the children, they mark, and the children, they know
The place where the sidewalk ends.
Shel Silverstein
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
iceland
depois de ver isto, olhei o frio com outros olhos
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
ilustrarte 2012
Em conferência de imprensa realizada esta tarde, o júri internacional da Ilustrarte anunciou como vencedor desta quinta edição o italiano Valerio Vidali, pelas ilustrações do álbum "Um dia, um guarda-chuva", com história de Davide Cali, editado pela Planeta Tangerina.
Entre os 50 artistas selecionados há quatro autores portugueses: André Letria, André da Loba, Daniel Lima, que apresentou uma ilustração em "pop-up", tridimensional, e Bernardo Carvalho.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
um papão na amadora
Yara Kono, a artista premiada em 2010 com o Prémio Nacional de Ilustração, é um dos destaques do 22º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora deste ano.
As ilustrações do belíssimo O papão no desvão (Caminho, 2010), com texto de Ana Saldanha - o mais recente da dupla é “Eu só – Só eu”, também da Caminho - podem ser agora apreciadas na Casa Roque Gameiro, um dos núcleos do festival, que este ano apresenta o Humor como tema central.
(até 6 de novembro)
domingo, 23 de outubro de 2011
o outono
hoje chegou desfigurado. não é costume ser assim.
gosto que comece manso, o sol a brincar às escondidas hoje sim amanhã não, ter tempo de soltar o sal que a pele ainda guarda do verão, reparando na queda das folhas depois de as ver amarelecer aos poucos.
gosto que comece manso, o sol a brincar às escondidas hoje sim amanhã não, ter tempo de soltar o sal que a pele ainda guarda do verão, reparando na queda das folhas depois de as ver amarelecer aos poucos.
img. Jon Krause
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
lustro do dia: Jennifer Colier
"The papers themselves serve as both the inspiration and the media for my work, with the narrative of the books and papers suggesting the forms."
domingo, 9 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
send you a postcard, drop you a line
"e por outro rio regresso até ao lugar onde elas, as aves,
nascem para não desaparecerem. e isso é como permanecer."
nascem para não desaparecerem. e isso é como permanecer."
F.J.Viegas
parabéns,cn
img. Ana Ventura
sábado, 27 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
a condição humana
book trailer de Matt Young para o livro
Is That a Fish in Your Ear?
David Bellos
"People speak different languages, and always have. The Ancient Greeks took no notice of anything unless it was said in Greek; the Romans made everyone speak Latin; and in India, people learned their neighbours' languages - as did many ordinary Europeans in times past. But today, we all use translation to cope with the diversity of languages. Without translation there would be no world news, not much of a reading list in any subject at college, no repair manuals for cars or planes, and we wouldn't even be able to put together flat pack furniture. "Is That a Fish in Your Ear?" ranges across the whole of human experience, from foreign films to philosophy, to show why translation is at the heart of what we do and who we are. What's the difference between translating unprepared natural speech, and translating Madame Bovary? How do you translate a joke? What's the difference between a native tongue and a learned one? Can you translate between any pair of languages, or only between some? What really goes on when world leaders speak at the UN? Can machines ever replace human translators, and if not, why? And the biggest question is how do we ever really know that we've grasped what anybody else says - in our own language or in another? Surprising, witty and written with great joie de vivre, this book is all about us, and how we understand each other. "
sábado, 20 de agosto de 2011
aniversário
The mares go down for their evening feed
into the meadow grass.
Two pine trees sway the invisible wind
some sway, some don't sway.
The heart of the world lies open, leached and ticking with sunlight
For just a minute or so.
The mares have their heads on the ground,
the trees have their heads on the blue sky.
Two ravens circle and twist.
On the borders of heaven, the river flows clear a bit longer.
The Evening is Tranquil, and Dawn is a Thousand Miles Away by Charles Wright

img. Anna Castagnoli
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
a matéria do tempo
Elise Morin and Clémence Eliard
Halle d’Aubervilliers du Centquatre
Paris
"A l’heure de la révolution numérique, ces CD usagés ou invendus sont des
supports de mémoire condamnés qui disparaissent peu à peu de notre quotidien
pour participer à l’édification d’immenses déchetteries toxiques à ciel ouvert,
flottantes ou enfouies.
A travers la couverture nuageuse planant sur Paris, les rayons du soleil ont
finalement réussi à se frayer un chemin, à travers la verrière de la Halle d’Aubervilliers,
pour enflammer et faire refléter le spectre lumineux multicolore des 60000 CD collectés, triés et cousus à la main "
supports de mémoire condamnés qui disparaissent peu à peu de notre quotidien
pour participer à l’édification d’immenses déchetteries toxiques à ciel ouvert,
flottantes ou enfouies.
A travers la couverture nuageuse planant sur Paris, les rayons du soleil ont
finalement réussi à se frayer un chemin, à travers la verrière de la Halle d’Aubervilliers,
pour enflammer et faire refléter le spectre lumineux multicolore des 60000 CD collectés, triés et cousus à la main "
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